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Thursday, January 27, 2011

TATUAGEM NA PASSARELA

O estilista francês Thierry Mugler desfilou sua nova coleção outono-inverno nesta quarta-feira, 19, em Paris. Porém, não foram as roupas que chamaram a atenção do público, mas dois modelos com os rostos tatuados que desfilaram pela grife.
AFP /.Agência
O canadense conhecido como Rico nos bastidores do vídeo para a Mugler


Nicola Formichetti é reconhecido na moda como stylist de Lady Gaga e editor da Vogue Hommes Japan. Em 2010, ele somou à sua biografia a direção criativa da grife Thierry Mugler. Sua estreia se deu ontem, em um dos desfiles mais aguardados da semana de moda masculina deParis. Além da trilha sonora – que continha uma nova música de Gaga – o destaque foi o muso do estilista em sua primeira coleção: Rick (ou Rico) Genest, conhecido como Zombie Boy.

O corpo completamente tatuado como um esqueleto se encaixa na atual era fashion. Depois damodelo transexual Lea T. e do modelo andrógino Andrej PejicRick encarna o perfil revolucionário que tange as imagens de moda. O canadense, famoso no meio underground pela transformação corporal, é protagonista de um curta, abaixo, feito pela grife francesa e encerrou o desfile na fashion week parisiense. 



“Quero mostrar algo interior. Por isso havia pouca pele, mostrando e escondendo, uma ambiguidade. São garotos que levaram sua beleza a outro nível”, explicou Nicola, ao Daily Mail, depois de seu show. A coleção apresentada tem quê obscuro, algo sobre morte e vida: “Todas as coisas felizes que Gaga e eu adoramos”.
Foto: Reprodução


O modelo representa as primeiras criações de Nicola à frente da marca, seguindo a linha transgressora do próprio Thierry Mugler. “Ele nunca estudou moda, eu também não. Ele sempre foi um outsider, como eu. Ele era punk. E sempre promoveu o encontro do underground com o super glamour”, descreveu Nicola, sobre as referências em seu novo cargo.
Foto:    Reprodução




AFP /.Agência



Tatuagem requer cuidado redobrado no verão

Que os cuidados com a pele devem ser redobrados no verão todos sabem, porém, talvez seja novidade para alguns que a tatuagem merece uma atenção especial nesta estação.

Isso acontece principalmente porque a radiação do sol causa uma reabsorção dos pigmentos da tatuagem e faz com que ela perca a cor e o brilho.


– Todo pigmento é fotossensivel, então, quanto mais o local da tatuagem ficar exposto à luz solar,  mais risco de ela não se preservar – explica Eduardo de Mingo Schettert, proprietário do Estúdio Edu Tattoo.



A dermatologista Márcia Donadussi afirma que para evitar o problema é preciso que se tenha cuidado redobrado com essa área da pele.

– Vale a pena passar uma camada mais espessa de proteção solar na tatuagem. O ideal é um fator 60 e a reaplicação de duas em duas horas. Não é indicado que se passe o filtro em todo o corpo e da mesma forma na região da tatuagem, pois não faz mal que ela fique mais branquinha. O importante é evitar queimaduras que modificam muito a colocaração da tattoo.

Além da precaução durante a exposição ao sol, os especialistas alertam também para cuidados diários, como o uso de esfoliante e hidrante, ainda mais importante nessa época do ano.

Já o cuidado para quem fez tatuagem há pouco tempo deve ser ainda mais intenso. Segundo Eduardo, deve-se usar os cremes indicados pelos tatuadores, mas não se pode esquecer das restrições pontuadas pela dermatologista:

– Não pode tomar banho de mar, de piscina e de sol até que o local esteja cicatrizado para evitar inflamações – diz Márcia.




Wednesday, December 15, 2010

TATTOO AGE TV


Marcelão, 37, e seu irmão Marcel Paro, 34, (mais conhecido como Gordo) têm mais de uma década de experiência com tatuagens e piercings. Recentemente, os dois começaram  a entrar em um novo campo, até então completamente desconhecido para eles: o universo da televisão. Com a ajuda de um produtor, eles criaram um programa sobre o universo da tatuagem que foi aprovado pela Lei Rouanet com o valor de R$ 556,440.
O trabalho aguarda agora o apoio de empresários e emissoras para  entrar no ar. Não significa, contudo, que a dupla terá esse dinheiro a fundo perdido. Na prática, a lei  autoriza a captação de recursos para viabilizar determinado projeto - conforme ocorrreu com a reforma da Igreja Santa Teresinha, também de Bauru. 


Tudo começou no ano retrasado,quando o cliente Fábio Santos ficou encantado com os ares da clínica de Marcelão e propôs ao artista um desafio: criar um programa sobre  seu trabalho. Os irmãos entraramde cabeça e, ao invés, de aproveitar a onda dos reality shows sobre tatuagemcomo o “Miami Ink.” e “LA Ink.” (que vão ao ar no Brasil em canais pagos), resolveram fazer algo mais abrangente.
“Acho que se eu fizesse um reality, me sentiria meio egoísta. A chave do sucesso é dividir com outros. O Brasil é regado de profissionais excelentes”, diz Marcelão.
Sendo assim, o foco do programa, que ganhou o nome de “Tattoo Age TV”, ficou na  divulgação da cultura da tatuagem e também na biossegurança. Para o piloto que foi produzido pelo trio, eles visitaram clínicas em São Paulo e feiras do ramo. A equipe também contou com o apoio de outros profisionais, como a biomédica Luziane Camilo Borges, que aparece na produção com dicas de higiene e segurança. Para a  produção, Marcelão e Gordo foram para frente das câmeras como apresentadores. “Teve fase da vergonha. A gente chegando na feira com câmera, microfone, no lugar onde a gente costuma trabalhar, ficou meio estranho. Mas, aos poucos, fomos acostumando”, conta. Ele completa: “Fomos contaminados pela televisão”.
CONTRA PRECONCEITO “Queremos tirar o que tem de negativo sobre a tatuagem”, conta Marcelão. Ele diz que um dos objetivos é difundir informações emostrar que existe qualidade e preocupação em relação à cultura e segurança da saúde nessa cultura. A equipe acredita ter material já produzido para pelo menos cinco episódios, fora o piloto que foi concluído.
O projeto foi aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, mais conhecida como Rouanet, que possibilita as empresas e cidadãos aplicarem uma parte do imposto de renda devido em ações culturais. Ou seja, o empresário que resolver fazer parte do projeto não terá de gastar nada a mais e ainda terá seu nome vinculado ao programa pormeio de merchandising. Marcelão conta ainda que já tem algumas emissoras  interessadas na veiculação do “Tattoo Age TV”.

Camila TurtelliAgência BOM DIA

Friday, October 8, 2010

CADEIA INK - REVISTA SUPERINTERESSANTE

Mó visu




Muitos presos se tatuam por razões estéticas mesmo, evitando as ligadas ao crime. Mas malandro escolado não entra em modinha. “A descrição que a polícia tem de quem é fichado inclui tatuagens. Fica fácil ser reconhecido se usar as marcas típicas da cadeia”, diz um detento de 24 anos que não tem tatuagem.



Cruz com velas no chão
Elemento de alta periculosidade, do tipo que manda seus desafetos pro cemitério.

Cobra
Esta o cara é obrigado a fazer, para que todos saibam que o dono é dedo-duro e traíra.

São Sebastião
Gays e “mulheres de cadeia” (travestis) exibem sua opção sexual com a imagem do santo, borboletas coloridas ou um coração trespassado por uma flecha (que indica homossexual passivo).

Datas
Muitos presos costumam tatuar na pele datas consideradas importantes para eles, como as de fugas, rebeliões e mortes de companheiros e inimigos.

Tatuadora
Improvisada com tubo de esferográfica, agulha de costura e motor de gravador, a máquina de tatuar da prisão é movida a pilha ou gato da fiação elétrica. A tinta muitas vezes é profissional, conseguida a muito custo, assim como as revistas de tatuagem, que valem até R$ 300 atrás das grades.

X Pontilhado
Tatuado nas costas ou no peito, indica que seu dono é chefe de quadrilha. Como a polícia hoje identifica os “fichados” também por suas tatuagens, esta tatuagem caiu em desuso: dá muita bandeira.

Saci com cachimbo

Foi um símbolo criado para identificar traficantes de drogas, muito poderosos do lado de fora e muito requisitados do lado de dentro.

Nossa Senhora Aparecida
Tem dois significados: pequena, é um símbolo de proteção e esperança. Grande, no alto das costas, quer dizer que o preso foi condenado por estupro e violentado na cadeia – um castigo marcado para sempre.

Sepultura
Significa que o tatuado guarda segredo, tem a boca “fechada como um túmulo”, qualidade valorizada na prisão e em liberdade. Outro significado é ter o corpo fechado.


Sunday, September 26, 2010

TATUAGEM POR AMOR? MICO NA CERTA!

Ao casar com o fofinho jogador Roger, que adora uma celebridade, a atriz Deborah Secco não estava preocupada apenas com a roupa, as flores, as alianças. A noiva chamou o maquiador não apenas para os olhos e os lábios. Deborah precisou de uma maquiagem especial no pé, para cobrir a tatuagem com o nome do ex-namorado, Falcão, que já tem outra dona. A atriz se submeteu a várias sessões de laser, mas a marca, embora esmaecida, até agora não saiu completamente. Esperamos que Roger não seja um desses amantes que cultivam fetiche por pés femininos. Porque, a cada beijinho ou massagem nos pés da sua mulher, Falcão ressurgirá do passado de Deborah.




No Dia dos Namorados, 12 de junho, por mais apaixonada(o) que você esteja, atenção para as provas de amor: não faça como Deborah Secco, Viviane Araújo, Kelly Key, Alessandra Negrini, Joana Balaguer, Amy Winehouse e Angelina Jolie. O que será que essas atrizes-cantoras-modelos têm em comum? O mico de tatuar no corpo iniciais e nomes de seus amados. Outras menos badaladas – como Nereida Gallardo, ex-Cristiano Ronaldo, o craque português, e Joana Machado, ex-Adriano (o Imperador) – cometeram o mesmo ato tresloucado de paixão. E tiveram de pagar com muita dor física e uma razoável soma de dinheiro o ato de deletar de sua pele os homens que um dia pareceram eternos.



Com todo o respeito pelas moças acima, fico pensando: é só cafona ou é burrice mesmo tatuar o nome do namorado? Quer dizer “entrega total”? Pacto de amor – quando os dois tatuam seus nomes em delírio recíproco. Sou sua, para sempre. Aahhnn, tá bom. Como dizem os psicólogos e dermatologistas, por favor, meninas, declarem seu amor por ele de outro jeito. No megafone, no papel, no vídeo. Quem sabe até no dia a dia. Ao despertar e dormir. Mas, na pele, não, tá?



Mais de 4,5 milhões de brasileiros têm algum desenho permanente no corpo. Se a gente se cansa de borboletas, águias, flores e tribais, imaginem quando o desenho é do cara que nos traiu, abandonou, sacaneou – ou simplesmente do cara que não tem mais nada a ver, que passou. Sei que há pessoas que enxergam nesse ritual algo transcendental. O amor é lindo. Mas as sessões de laser para apagar tatuagens são descritas “como se uma agulha fervendo tocasse a pele”. Durante a “limpeza”, sol está proibido. E no lugar onde havia a homenagem a uma paixão, haverá durante um bom tempo pomada antiinflamatória. Cada sessão de laser para apagar tatuagem custa R$ 300. E são necessárias dezenas. Já pensou gastar a bagatela de R$ 10 mil para apagar umas letras inconvenientes? Na maioria das vezes, fica um borrão ou uma mancha clara no lugar da tatuagem. Além do laser, tem outras técnicas. A ressecção – o cirurgião extrai a parte tatuada e a costura em seguida. Aaaaai! Na dermoabrasão, a pele, anestesiada, é lixada até as camadas mais profundas, onde está a tinta. Uuuuui! Ficam cicatrizes. Se todo esse sacrifício físico ajudar a esquecer as cicatrizes da alma e do coração – assim seja. Mas eu confesso que não consigo entender por que ainda se cai nessa roubada de “tatuagem por amor”.



A melhor solução para ocultar tatoos com maquiagem é o tal airbrush, que joga um jato de ar comprimido com base corretiva. “A aparelhagem custa caro e tem que ter técnica para aplicá-la. Primeiro se coloca a camuflagem, que é um corretivo mais forte, para depois usar o airbrush com a cor da pele da pessoa”. Palavras de entendido, o maquiador Marcelo Hicho.



No mundo das celebridades, gastar R$ 10 mil para eliminar um amor é muito pouco. Mas o troca-troca de parceiros é tão frequente, em velocidade alucinante, que não dá para entender uma homenagem “para sempre”. O que se passa nos neurônios de uma famosa que decide ostentar nos seios, na coxa, no pé, nas costas, no pescoço, na panturrilha, na virilha, no braço ou em lugares recônditos do ser o nome de alguém predestinado a ser substituído no meio de uma novela, um filme, uma peça, um show ou uma viagem?



Amy Winehouse, a cantora que não é exatamente um exemplo de equilíbrio, estava em férias no Caribe quando decidiu se livrar do desenho de um bolso com o nome do ex-marido músico, que ela tinha gravado no busto. A modelo Viviane Araújo, depois de um ano de sessões de laser, ainda não tinha conseguido apagar completamente as declarações de amor ao pagodeiro Belo, tatuadas em seu corpo. (Belo tatuou uma tribal preta e rosas vermelhas em cima do nome da ex, isso depois de exibir a tatuagem antiga durante a cerimônia de noivado com outra, a dançarina de axé Gracyanne – foi a maior saia justa).



A bela Angelina Jolie teve de apagar do braço a tatuagem com o nome de Billy Bob Thornton quando o ator entrou para a galeria dos ex-maridos. Kelly Key, ao mesmo tempo que eliminava o ex-marido Latino da panturrilha, tatuava no pescoço Então me beija, dedicado ao novo amor. Pelo menos, essa vale para todos os futuros…Alessandra Negrini buscou uma saída criativa: transformou o nome do ex-marido Otto, no braço, em amor. Joana Balaguer deu sorte. Mas temporária. O B do ex-Bruno Gagliasso continou a ser B, só que do namorado Bruno Marinho. Já pensou ficar condenada a buscar novos namorados com as mesmas iniciais do antigo?



Esse negócio de querer ficar no teu corpo feito tatuagem, pra te dar coragem quando a noite vem, e de se perpetuar em tua escrava que você pega, esfrega, nega, mas não lava…isso é muito romântico, mas só na fantasia e prosa de Chico Buarque e Ruy Guerra. Na vida real – menos, gente.




FONTE: REVISTA ÉPOCA

TATUAGEM DE HENNA PODE CAUSAR ALERGIAS

A tatuagem de henna não é tão inofensiva como se pensava. Segundo a Academia Americana de Pediatria, está confirmado que existem hennas perigosas. A Academia faz um alerta aos pais que permitem filhos fazerem tatuagens temporárias com henna, mais fáceis e rápidas de serem aplicadas. Segundo os pediatras americanos, o problema está na henna preta que normalmente é fruto de uma mistura da henna natural (de cor amarronzada) com uma substância denominada parafenilenediamina (que em inglês leva a sigla de PPD), presente no corante negro. Esse corante pode causar desde vermelhidão e coceiras a outros efeitos mais graves, como queimaduras e dermatite de contato alérgica.




Às vezes, essas queimaduras não surgem logo no primeiro contato com a pele, mas quando a tatuagem é exposta ao sol. Alguns tatuadores usam O PPD para prolongar a tatuagem temporária, que normalmente dura até duas semanas. Mesmo que a pessoa não apresente uma reação alérgica no primeiro contato com o PPD, o seu corpo pode se tornar sensível à essa substância presente em alguns medicamentos. “Nem todo mundo irá apresentar reações alérgicas ao PPD, mas o freqüente contato com essa substância pode aumentar essa chance”, afirma o pediatra Albert Yan, membro da Academia.


A Academia Americana de Pediatria dá algumas dicas para os que querem fazer tatuagem com henna:

1)A henna natural tem uma cor cáqui esverdeada. Se ela for preta, provavelmente contém PPD.
2) Pergunte quanto tempo a tatuagem levará para ficar seca. Normalmente as de henna natural levam algumas horas para secar totalmente.

3) Pergunte qual será a cor final da tatuagem. Se for preta, provavelmente o PPD está presente na mistura

fonte: Revista Época

Monday, September 6, 2010

COM DOR OU SEM DOR???


A polêmica que envolve o uso de anestésicos na hora da tão sonhada tatuagem, que para alguns, são sofridas agulhadas, tem sido foco constante de discussão nos fóruns virtuais e publicações especializadas, levantando acalorados debates entre profissionais, clientes e até mesmo médicos interessados no tema.


Particularmente, eu acho uma bobagem. A dor é totalmente suportável e faz parte do processo. Mas tem gente que usa e não vê nada demais nisso, pois é bem verdade cada um tem uma sensibilidade, e o que pra mim não dói nada, pra outra pessoa pode ser insuportável. Cada um faz com seu corpo o que quiser!

Para algumas pessoas, realmente pode ser muito difícil, dependendo do lugar. Só que a anestesia injetável causa inchaço na pele e pode prejudicar o trabalho do tatuador. Infelizmente muitas pessoas usam a anestesia injetável, sem ter a noção que é muito, mas muito arriscado! Pode até matar!

Recentemente li num site de notícias, que no Recife morreu uma técnica de enfermagem após uma injeção anestésica pra fazer uma tattoo nas costas... Fuja das injetáveis.

Entre os medicamentos mais usados estão as pomadas Emla e Anestop, sendo que essa última foi proibida na Europa.

Tatuagem é estética, expressão, atitude, comportamento e arte. Mas antes de tudo é saúde. O corpo é o grande instrumento da vida e merece ser tratado com cuidado.

Quem tem tattoo é julgado a todo o momento e sabe o tanto que isso é ruim. Anestesiar ou não, é uma decisão muito particular e não precisa ser motivo de preconceito. Eu, particularmente, sou contra. Na vida, tudo que é bom dói um pouquinho. É a dor da beleza.



Ta falado!!!



(fonte de pesquisa: Bruno Fernandes)

MARCAS,,,


Vivemos em um mundo onde passamos por diversos tipos de situações ao longo da vida.


Desde o início de nossa jornada experimentamos situações alegres, tristes, frustrantes, passageiras, prolongadas, intensas. E essas experiências pelas quais passamos ao longo de nossa vida, de alguma maneira, nos deixam marcas, que somadas aos acontecimentos anteriores e também outras questões de nossa psique humana e da formação educacional, nos molda e nos faz quem somos.

Já dizia um antigo filósofo, que a cada segundo deixamos de ser a pessoa que éramos, dadas as experiências que adquirimos a cada instante, mesmo que em uma fagulha de tempo.

E não só as experiências sentimentais, mas também as físicas nos moldam e nos deixam marcas...

A tatuagem tem esse papel, e dois aspectos, no físico e no sentimental.

Quando nos tatuamos, independente da tatuagem ter um significado pessoal ou não, ela nos remete a uma época da vida que vivenciamos uma série de situações, e seja essa época boa ou ruim, ela fundamentalmente tem o mesmo papel, que é somar algo ao nosso aprendizado na corrida da vida, e nos transformar em quem somos no momento presente.



“MARCAS SÃO ETERNAS....... ATÉ A GENTE RESOLVER FAZER OUTRAS!”

Baseado no texto de Alessandro Carvalhho

Tuesday, August 31, 2010

TATUAGENS INVISÍVEIS


O piercing já é um acessório velho e a tatuagem tradicional virou pré-histórica. A última tendência para o corpo chama-se Black Light Tattoos, e já faz grande sucesso entre os jovens dos Estados Unidos.

As tatuagens, invisíveis durante o dia, surgem na pele com cores fluorescentes no escuro da discoteca.
Black Light Tattoos são feitas com nanquim invisível sob luz negra no escuro
As Black Light Tattoos, feitas sob luz negra, no escuro, com nanquim invisível, são a solução ideal para todos aqueles que querem uma tatuagem, mas não podem fazer por diversas razões, como o local de trabalho.



É também uma opção para as pessoas que gostam de freqüentar discotecas, e para aqueles que têm medo de ficar cansado de ver a mesma tatuagem na pele durante o dia inteiro.
Enquanto a nova moda começa a ser espalhada, alguns especialistas já advertem que o nanquim utilizado pode ser cancerígeno.
A tinta foi certificada como inócua pela FDA (US Food and Drug Administration), embora a agência norte-americana que regula alimentos e remédios tenha considerado apenas a aplicação em plantas e animais, e não em seres humanos.

Monday, August 30, 2010

TATUAGEM MAORI

Conta a lenda que um jovem guerreiro de nome Mataora viajou a o mundo místico de Rarohenga para trazer de volta sua amada Niwareka. Depois de muitas dificuldades para chegar ao seu destino Mataora aprende a arte da tatuagem com Uetonga, seu sogro, que aplica uma tattoo facial de nome Moko. Ao retornar com Niwareka a terra dos homens, Mataora ensina a arte do Moko ao povo maori.


Para alguns estudiosos a arte da tattoo maori tem sua origem nas ilhas Fiji na Polinésia, onde supostamente se localizava a lendária Rarohenga e foi trazida a Nova Zelândia através da aventuras marítimas realizadas pelo povo maori.



A tatuagem tradicional maori, ou Moko, é feita com uma espécie de ancinho com uma agulha chamada uhi feita de ossos de albatroz que é percutido com um pequeno martelo aplicando a tinta vegetal na pele. O Moko além da pigmentação apresenta relevo, resultado do corte feito para introduzir o pigmento.



A simbologia do Moko está associado a posição que o individuo ocupa na sociedade. Os desenhos na face aponta a tribo, descendência, profissão, nível social e nome do tatuado narrando toda sua trajetória ancestral. O Moko tradicional só pode ser aplicado em pessoas da etnia maori, no rosto braços e pernas nos homens, e braços e queixo nas mulheres, sendo considerado um ultraje um um Pakeha(branco) utiliza-la.



A arte do Moko foi pela primeira fez mencionado no ocidente através do alemão Abel Tasman (1642) em suas viagens pelo pacifico, mas foi capitão inglês James Cook que trouxe a Europa as primeiras amostras dos desenhos maori, que ele chamou de tatau, devido ao barulho da percussão do ancinho sobre a pele.



Com a popularização das tatuagens tribais nos anos 80, ouve um grande interesse pela tatuagem maori com seus intrincados grafismo como o koro, as espirais duplas ou tripas. Para não desrespeitar a cultura ancestral foi utilizado um estilo de padrões chamado Kirituhi (pintura em carvão) de valor puramente estético para a customização de tatuagem tribal.
Para conhecer um pouco mais sobre esse estilo de tatuagem visite:

http://www.mokoink.com/

FONTE: MAHADEVA CUSTOM TATTOO

YAKUZA

Yakuza. A simples menção da palavra, para muitos, traz à mente imagens de gângsters repletos de tatuagens, com permanente no cabelo e dedos faltando, tomando parte em várias atividades criminosas. Mas, será isso realmente verdade, ou serão eles na verdade apenas um grupo mal-interpretado, mal-representado de pessoas que desempenham um papel importante na sociedade japonesa?




A palavra yakuza vem da versão japonesa do popular jogo de cartas Black Jack - conhecido como 'Oicho Kabu', em japonês. A idéia do jogo é alcançar 19 (ao contrário de 21, no Black Jack), e qualquer coisa acima desse número não tem valor. 8-9-3 ou (ya-ku-za) era utilizado para significar 20. 8-9-3 (ya-ku-za) totaliza 20, e foi daí que a palavra originalmente surgiu, e começou a ser utilizada para descrever pessoas vistas como 'sem valor'.



Foi utilizada pela primeira vez no início do século 17 ao descrever os homens conhecidos como 'kabuki mono', ou 'os loucos'. Esses homens ganharam reputação pelo seu curioso modo de se vestir, estranhos cortes de cabelo, e mau comportamento. Durante o período Shogun, essas pessoas viajavam ao redor do Japão em pequenos grupos, furtando e saqueando pequenas vilas e cidadelas.



Outro grupo que surgiu por volta da mesma época foram os Machi-Yakko (empregados da cidade), que era composto por proprietários de estabelecimentos, mercadores e ronin (samurais sem-mestre), e que defendia suas vilas ou cidadelas dos malfeitores Kabuki-Mono. Eles eram populares entre as pessoas do Japão, na época, por seus atos, e é esse grupo de pessoas que muitos Yakuzas dos dias de hoje consideram como seus verdadeiros 'antepassados'. Muitos Yakuzas modernos gostariam de ser vistos como os protetores e salvadores do povo, assim como os Machi-Yakko eram, há 200 anos atrás.



No final do século 19, e início do século 20, o Japão passou por uma grande transformação industrial e social, e a Yakuza não se atrasou em adaptar-se, e a tirar proveito dessas transformações. Eles começaram a recrutar em peso dentro da indústria de transporte e construção, e também começaram a operar em conjunto com as autoridades, em troca de tratamento mais favorável pela polícia. O número de membros da Yakuza continuou a crescer progressivamente até o envolvimento do Japão na Segunda Guerra Mundial. Durante a ocupação americana no Japão após a Segunda Guerra Mundial, a comida era racionada, e isso levou à geração de um próspero mercado negro de uma variedade de produtos e ao surgimento de um novo tipo de Yakuza (gurentai - ou 'rueiro'). A Yakuza começou a adaptar muito do seu estilo a partir da Máfia italiana, que na época estava operando nos Estados Unidos, e que se vestia em ternos escuros, sapatos, e cabelo bem curto.



Entre 1958 e 1963, o número de membros da Yakuza atingiu um recorde de 180,000 pessoas, em aproximadamente 5,000 gangues por todo o Japão. Esse crescimento do número de gangues também levou a um aumento na violência, já que as gangues começaram a determinar territórios. Desse pico de 180,000 membros no início dos anos 60, os números começaram a cair. Em 1988, a Agência Nacional de Polícia estimou que haviam 3,400 grupos de crime organizado atuando com aproximadamente 100,000 membros (nos Estados Unidos, é estimado que haja 30,000 membros de crime organizado).



Mais recentemente, a Yakuza começou a ramificar-se dentro da sociedade através de negócios nos quais eles possuem fácil acesso, como finanças, imóveis e investimento bancário. Existe até a preocupação de que a Yakuza esteja desenvolvendo um tipo de poder financeiro que poderia ameaçar a economia inteira. Em 1992, medidas foram tomadas a fim de reduzir a crescente influência política e financeira da Yakuza, através da aprovação do Ato para a Prevenção de Atividades Ilegais Realizadas por Membros de Boryukudan (Yakuza ou gangue criminosa). Enfurecidas com essa nova lei, esposas e filhas de membros da Yakuza realizaram uma marcha em Ginza, Tokyo, em protesto.



A nova lei parece ter surtido pouco efeito em relação à questão, e a Yakuza ainda continua presente, como já o era, na sociedade japonesa. Um exemplo disto foi observado em 1995, quando um grande terremoto atingiu o Japão. A cidade de Kobe, que abriga a maior organização Yakuza do Japão, a 'Yamaguchi-gumi', foi a mais seriamente atingida, e após o ocorrido, as autoridades locais não conseguindo reagir rapidamente em relação à devastação, a Yakuza local providenciou então comida e roupas para milhares de pessoas necessitadas. Isso tornou-se não somente um embaraço para as autoridades locais, mas também um golpe de relações públicas para a Yakuza.



Antes de eu vir ao Japão, a palavra 'Yakuza', para mim, significava - gângster, um membro da Mafia japonesa que não podia ser distinguido, em suas atividades criminosas, dos seus equivalentes russos, italianos ou americanos. Muitas pessoas pensam da mesma forma, e encaram a Yakuza como um detrimento à sociedade japonesa. Mas, quanto mais tempo permaneço aqui, mais passo a entender que a Yakuza faz um tipo de serviço social nas ruas do Japão. É comum da natureza japonesa afastar-se de conflitos e não recorrer a medidas legais para resolver uma disputa, ou quando deparam-se com dificuldades. Nesses casos, pode ser que eles procurem auxílio da Yakuza local, e não da polícia. A situação pode vir a ser resolvida de uma forma cruel ou brutal, mas ela é geralmente mais rápida e mais efetiva do que através de meios convencionais. Isso talvez de alguma forma explique o por quê o índice de criminalidade no Japão seja tão baixo. Outro argumento é de que a Yakuza é simplesmente um grupo de gângsters que se perfeccionou na arte da exploração da inclinação japonesa em utilizar relações pessoais, ao invés de métodos legais, para resolver disputas.



Tornando-se um membro: Não há requisitos específicos para tornar-se um membro, embora possa acontecer de as gangues individuais terem estabelecido suas próprias regras. Os membros da Yakuza são formados por jovens que foram abandonados por seus pais, pessoas que não conseguiram, ou que por vontade própria não querem, ajustar-se ao rígido e opressor sistema de educação, e por refugiados de outros países próximos ao Japão.



Tatuagens: As tatuagens são vistas como um símbolo de afiliação à Yakuza, e ainda são desaprovadas por muitas pessoas, no Japão. Pessoas com tatuagens que vão a onsens (termas), piscinas e outras dependências públicas de banho podem ser impedidas de entrar, ou pode-se requisitar que cubram a tatuagem. Isso pode aplicar-se também a estrangeiros, não apenas aos japoneses, tamanho o estigma ligado às tatuagens. Geralmente, os membros da Yakuza irão ostentar um símbolo do grupo ou clã. Diz- se que a razão pela qual a Yakuza usa tatuagens deve-se ao fato de que os Bakuto (apostadores) tatuariam em seus braços um círculo preto, a cada vez que cometessem um crime. Mais tarde, passou a significar a indisposição em agir em conformidade às regras e normas da sociedade.



Yubitsume: Quando você corta um de seus dedos e envia-o ao 'Kamicho' (chefe), como pedido de desculpa por desobediência, ou para poupar uma de suas 'crianças'. Na primeira vez que isso é feito, é cortada a ponta do dedo mindinho, depois do próximo dedo, e por aí vai. Essa prática diz-se ter sido originada dos Bakuto. Quando um apostador não tinha como pagar uma dívida, a ponta de seu dedo mindinho era cortada, e isso fazia com que fosse difícil para a pessoa segurar uma espada no futuro.



Livros sobre a Yakuza: Se você quiser saber mais sobre a Yakuza, dê uma olhada nos seguintes livros:



Yakuza Diary : Doing Time in the Japanese Underworld by Christopher Seymour.



Yakuza : The Explosive Account of Japan's Criminal Underworld by David E Kaplan, Alec Dubro.



The Photography : Yakuza, Portraits of Japanese Gangs by Michael Soejima.



The Tattooed Men : An American Woman Reports on the Japanese Criminal Underworld by Florence Rome.





FONTE: THE YAMAZA INSTITUTE

Thursday, August 26, 2010

BARBIE TATTOO

A famosa boneca Barbie, está fazendo 50 anos e para comemorar foi lançado no mercado a Barbie Tatuada. Não que a Barbie tatuada seja uma novidade, pois no início do ano já tinha sido lançada a A barbie Blonde Ambition Goldie Hawn, com vários adesivos de tatuagem.




O que chama a atenção nessa edição comemorativa é o fato da tatuagem ser uma tribal com coração e o nome de seu namorado Ken, para ser aplicada no coccix.



A polêmica fica por conta do publico alvo da Barbie, crianças de 5 anos mais ou menos. Muitos acham que esse tipo de coisa não é indicado para essas crianças.



Na verdade é uma grande besteira polemizar sobre isso. Não há riscos de ocorrer um surto de criança com tatuagens, por causa de uma Boneca, as leis são bastante rigorosas nesse aspecto. Aqui no Brasil , muitos Estados não permitem que se tatuem menores de 18, nem com o consentimento dos pais. Os Estados que permitem, só o fazem com menores acima de 16 anos e autorização dos responsáveis pelo menor. Burlar essa lei é um crime cujas penas pode ir de detenção dos responsáveis e do tatuador , podendo ocorrer inclusive fechamento do estabelecimento que fez a tattoo.




A nova Barbie até que tem tatuagens legais, bem diferentes da versão Barbie Blonde Ambition Goldie Hawn, cujas tatuagens ridículas, parecem ajudar as crianças a terem uma idéia totalmente distorcida do conceito de tatuagem.




FONTE:ESTIMULANET

LEGO TAUADO

GARIMPANDO PELAS INÚMERAS PAGINAS DA NET, OLHA SÓ O QUE EU ACHEI... EU QUEROOOOOOOO


ELES FORAM FEITOS PELA PILOT, PRA PROMOVER SUAS NOVAS CANETAS EXTRAFINAS... ADOREI FOI O LEGO, QUERO UM DE CADA RSRSRSRS



Friday, August 20, 2010

A TATUADORA MAIS NOVA DO MUNDO


Ruby Dickinson, de apenas 3 anos de idade, está se preparando para ser a tatuadora mais jovem do mundo. A britânica de Penmaenmawr, no País de Gales, tem aprendido com o pai a arte de desenhar na pele.
Todos os dias, depois de sair do berçário, Ruby vai para o estúdio de seu pai, Blane, de 36 anos, onde treina desenhos e o manuseio do equipamento. O tatuador profissional até encomendou dos Estados Unidos uma pistola mais ergonômica para sua filha.

"Ela ama desenhos e tatuagens e estou muito orgulhoso disso", afirmou Blane ao tabloide "The Sun".

O pai coruja acredita que sua filha se tornará um “Van Gogh das tatuagens” num futuro próximo. Hoje, o desenho preferido de Ruby é a aranha.
Blane tem 70% do corpo tatuado e o que ainda não foi coberto por desenhos será tarefa de Ruby. "Não me importo com a bagunça que ela fará na minha pele", contou ele.


Assim que fizer seu primeiro desenho oficial, Ruby tomará o título de tatuadora mais jovem do mundo da canadense Emilie Darrigade, que desenhou uma borboleta no braço do pai aos 5 anos de idade.




FONTE: globo.com

EDO TATTOO: SUCESSO NO JAPÃO

Há 20 anos, um brasileiro foi para o Japão por causa da tatuagem...
Renata Simões conversa com Eduardo Soares 'Edo', um brasileiro que mora no Japão há 20 anos. O motivo da mudança para o Oriente foi a escola japonesa de tatuagem.







FONTE: globo.com

TATUAGEM NO DENTE!!!

Parece que para muitos os dedos, as costas, as pernas e os pés não são regiões suficientemente interessantes para fazer uma tatuagem. Tanto é que o artista plástico e tatuador americano Steven Heward resolveu se especializar em fazer desenhos nos dentes das pessoas.




De princesa Diana a Amy Winehouse, passando por Abraham Lincoln e até David Letterman, tudo pode servir como adereço para decorar seu dente. Funciona assim: primeiro é preciso fazer um molde da arcada dentária, que deve ser enviado para a equipe da Tooth Tatoo. A partir disso eles criam a coroa que será ilustrada e depois aplicada no dente escolhido. Simples, não?



E quer saber o melhor? Se você se arrepender depois basta uma passadinha de cinco minutos na cadeira do dentista (é isso que eles dizem, pelo menos) para remover o desenho.

FONTE: Revista Criativa

Thursday, August 5, 2010

MINHA HISTÓRIA NA TATTOO

Sempre quis ser diferente.... Assim que completei meus 18 anos resolvi fazer uma tatuagem. Foram anos pensando no melhor modelo, no tamanho, no local do corpo pra tatuar, na mensagem... pois a tatuagem era para sempre, mas o desenho certo apareceu na hora certa e comecei a fazer a primeira de muitas tatuagens... Depois não parei mais, me apaixonei por aquela dorzinha, pelas agulhas entrando no meu corpo, e pelas obras de artes que escolhi para ter ter em meu corpo pra sempre...

.A cada desenho me sentia cada vez mais realizada, amo todas as minhas tatuagens... Foi atraves da tattoo que conheci meu marido.... e hoje tenho uma filha linda... Uma familia linda.... Casei com o meu tatuador!!! Hehe Quando dei por mim, já estava com a metade do corpo tatuado... foi quando um amigo me aconselhou a procurar o livro dos recordes, pois ele nunca tinha visto uma mulher "tao" tatuada como eu. Mandei um email pro livros dos recordes, mas nao levei muita fé... se passaram dois dias e logo me ligaram, entrei pro livro dos recordes, e comecei a ser chamada pra varios programas de tv... foi bom pelo lado profissional, e foi bom para as pessoas verem que uma pessoa tatuada é como outra qualquer.... Ajudei, mesmo que um pouco, a acabar com o preconceito.... Ele não está eliminado, mas está bem menor.... Fico feliz por fazer parte dessa hist[oria... Sou feliz por ser tatuada....Agora a felicidade esta sempre comigo, marcada na minha pele, para sempre. A felicidade que escolhi é uma benção que me acompanha nas dificuldades, me inspira, protege, ilumina, orienta. Estar com a marca da felicidade é também uma responsabilidade. Se por um lado, me acalma nos momentos de dificuldade e me faz recuperar o otimismo e a perseverança, por outro cresce a responsabilidade do cuidado próprio, de não exagerar, viver com qualidade e distribuir a mesma felicidade aos que me acompanham. Uma tatuagem pode ser apenas traços numa parte do corpo, eu preferi torná-lo significado para uma fase da vida, símbolo de desejos e bússola para meu caminho. A tatuagem está no meu sangue.... na minha pele.... quer dizer, não possuo mais pele, tenho apenas tela...nao possuo ossos,são apenas estruturas, cavaletes armados para minha exposicao...nao possuo sangue, apenas tintas circulam em minhas veias.... o meu coracao pulsa no ritmo das maquinas de tatuar...eu sou uma obra de arte... uma obra de arte da tatuagem... Hoje sou mae, e todo mundo me pergunta se vou deixar minha filhas se tatuar... Claro que vou... mas quando ela for madura, assim como eu fiz... tatuagem é arte, é beleza... é um rito de passagem... é, com certeza é muito bom marcar o corpo com aquilo que acreditamos e que de alguma forma nos identifica, nos faz diferentes ... Nao ligo pro que os outros pensam de mim, porque "eu" sei quem eu sou, e como sou... Sou feliz assim, sendo eu mesma. toda tatuada, colorida e feliz...

Atualmente não sou mais a mulher mais tatuada do Brasil, mas continuo firme e forte na tattoo, porque afinal, essa é uma paixão que nunca vai acabar...


"AQUELE QUE EMPRESTA O CORPO PARA A ARTE EXPERIMENTA O GOSTO AMARGO DO PRECONCEITO E O DOCE SABOR DO DIREITO DE SER DIFERENTE. A TATUAGEM É A ARTE QUE VESTE MEU CORPO. NINGUÉM É OBRIGADO A GOSTAR, MAS TODO MUNDO TEM O DEVER DE ME RESPEITAR!!!!"